sábado, 26 de outubro de 2013
Mais um livro.
SONHO REALIZADO. Foi este o titulo que escolhi para o meu livro.Poderia ter escrito no plural, porque foram quatro homens,quatro sonhos,cada um no seu tempo,todos com o mesmo objectivo e muita coisa em comum.Mas deixei a minha imaginação viajar no quotidiano de um rapaz de nome José que, na década de quarenta,por questões óbvias teve de dizer adeus à sua cidade ao seu País.
Este jovem alimentava o sonho de voltar um dia à sua cidade que é Lisboa,sentir o calor do sol, o cheiro e o sabor da sardinha assada,o som da guitarra e mais não digo.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Falar e cantar PESSOA, foi o que um grupo de 4 amigos fizemos no passado Domingo.






No Teatro Mala Posta em Odivelas



No Teatro Mala Posta em Odivelas
domingo, 5 de maio de 2013
MÃE
Mãe
Palavra
que não tem cor
É
igual em todo o mundo
Revestida
de muito amor
É
um mistério profundo.
Mãe
É
vida que se doa
Sempre
de braços abertos
É
amor que nos perdoa
E
aplaude nossos sucessos.
Mãe
Sinónimo
de protecção
De
um colo que dá abrigo
Afecto
em suas mãos
Na
sua boca um sorriso.
Mãe
É
beleza é bondade
Mãe
é eternidade
Que
nunca mais se esquece
Ensinou
os nossos passos
Ofereceu-nos
seus abraços
Mãe
nunca envelhece.
Aline Mamede Rocha_Momentos
de Poesia
Maio de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Introdução
Os Meus Poemas
Escritos em momentos de inspiração, estão
revestidos de saudade, debruados de coragem, têm a fragrância de uma ou mais
flores, a ternura de uma paixão, a dor do silêncio a tristeza da velhice, mas
também a receita do amor.
Meus poemas viajam com o vento, cantam a
cidade e o rio, ouvem os mendigos, recordam Lisboa e seus pregões, falam das
dunas, da noite do sol e da lua.
Com o pastor passeiam pelo Alentejo e
desfolham um malmequer.
Em todo o livro depositei a minha sensibilidade
e a coragem de escrever mais um livro de poemas, baseado em tudo o que me
rodeia, pensando sempre em quem os lê os entende e até neles se reveja.
Para os meus leitores, para os meus amigos e
amigas que os comentam, aqui fica o meu OBRIGADO.
Um agradecimento especial também para duas
grandes amigas que estão no meu coração e presentes quando preciso. Margarida
Palma, amiga de cinco décadas e a poetisa Dulce Saldanha que gentilmente
aceitou fazer o prefácio do meu pequeno livro.
Para as duas, além do meu obrigado deixo o
carinho que me merecem.
Introduçã0
Os Meus Poemas
Escritos em momentos de inspiração, estão
revestidos de saudade, debruados de coragem, têm a fragrância de uma ou mais
flores, a ternura de uma paixão, a dor do silêncio a tristeza da velhice, mas
também a receita do amor.
Meus poemas viajam com o vento, cantam a
cidade e o rio, ouvem os mendigos, recordam Lisboa e seus pregões, falam das
dunas, da noite do sol e da lua.
Com o pastor passeiam pelo Alentejo e
desfolham um malmequer.
Em todo o livro depositei a minha sensibilidade
e a coragem de escrever mais um livro de poemas, baseado em tudo o que me
rodeia, pensando sempre em quem os lê os entende e até neles se reveja.
Para os meus leitores, para os meus amigos e
amigas que os comentam, aqui fica o meu OBRIGADO.
Um agradecimento especial também para duas
grandes amigas que estão no meu coração e presentes quando preciso. Margarida
Palma, amiga de cinco décadas e a poetisa Dulce Saldanha que gentilmente
aceitou fazer o prefácio do meu pequeno livro.
Para as duas, além do meu obrigado deixo o
carinho que me merecem.
Aline Mamede
Rocha
sábado, 18 de agosto de 2012
O ACASO
A tarde estava luminosa.
Ao descer a rua reparei que junto á porta do Pavilhão Polivalente de Odivelas um grupo de senhoras não disfarçavam a sua alegria. Dado que não tinha conhecimento de nenhum evento, perguntei o que se ia ali passar. Com um sorriso lindo e um olhar doce, assim me respondeu uma senhora, entregando-me ao mesmo tempo um papel. Está tudo ai no programa e fica desde já convidado a assistir.
Fiquei então a saber que se tratava da Festa de Encerramento do Ano lectivo da Universidade Sénior de Odivelas.Depois de ler o que constava o programa, parei um pouco para pensar se devia ficar ou ir embora.
Lembrei-me da minha mãe. Eu daria tudo para vê-la partilhar o seu generoso sorriso com aquelas senhoras, mas infelizmente não é possível.
Optei por ficar e sentei-me na última fila. A sala que estava quase composta, não demorou muito a que todos os lugares fossem ocupados e até havia pessoas de pé encostadas à parede. Isto promete, pensei:!
Pouco passava das 15 horas quando um elemento da Direcção, (informou-me a minha companheira da cadeira ao lado), subiu ao palco para os cumprimentos e agradecimentos habituais.
A seguir para proceder a abertura daquilo que seria o espectáculo, uma aluna muito sorridente e bem-disposta, anunciava a entrada dos vinte e cinco alunos do Grupo Coral da Universidade, da disciplina de Musica.
Gostei do que vi e ouvi. A maestrina, uma bonita jovem fez questão de dizer que prestavam uma homenagem à música portuguesa e simultaneamente ao sempre lembrado Zeca Afonso.
Alguns dos temas foram acompanhados com o cavaquinho tocado por três alunas e um adufe por um aluno.
Acabaram a actuação com o público a aplaudir de pé.
Seguiu-se uma demonstração da Aula de Defesa Pessoal. Impecável. Aqui se viu que a idade não lhes mete medo.
Mal terminaram, o palco encheu - se de alunos que frequentam a disciplina de Movimento Expressivo e Dramatização, mostrando que"Sonhar não tem Idade."
Achei que todos estiveram lindamente no palco. Pequenas representações bem conseguidas, muito alegres, muito coloridas como as Odaliscas, as Carvoeiras, o Bailinho Sénior, ainda um momento musical muito terno - Recordar é Viver, outro contendo uma mensagem bem interessante e bem actual - Saúde do País.
Tambem gostei muito do Fado, bela voz, só foi pena a ausência da guitarra e da viola.
Admirei a cantora lírica. Vê-se que é o estilo de música que gosta de interpretar.
A Homenagem Intergeracional ,com a integração de jovens alunos que deviam de ter uns quinze anos, e frequentam a mesma Universidade.
Bonito o exemplo que nos ofereceram. Não menos bela foi a canção que cantaram - Música no Coração, mostrando que é possível juntar idades para fazer o que se queira.
Aproximava-se o final.
Tinham terminado as apresentações. Todos voltaram ao palco para receberem os merecidos aplausos pelo trabalho que fizeram durante o ano lectivo, pela alegria que demonstraram, sensibilizando todos os que estavam a assistir, como foi o meu caso.
Eu seguia atentamente o programa que tinha nas minhas mãos. Faltava apenas a entrega dos diplomas a todos os alunos, com a presença das Senhoras Directora da Universidade, e Presidente da Camara de Odivelas, e fazer as respectivas fotos, porque certamente este momento é sempre único, embora se repita todos os anos, como me dizia a senhora que estava sentada ao meu lado.
Seguia-se o beberete, mas como a festa lhes pertencia, discretamente saí, e no meu percurso até a casa dei comigo a pensar:.
Linda e bela lição que eu tirei desta três horas em que estive ali sentado, a ouvir e a ver, pessoas que se dizem da terceira idade, mas que escolheram envelhecer com qualidade.
Eu diverti-me, eu ri e em muitas ocasiões também me emocionei.
Só envelhece quem não convive, foi esta a minha conclusão final.
Espero quando chegar à idade destas lindas pessoas, possa também eu presentear os outros, tal como hoje fui presenteado.
Bem hajam a todos os alunos, professores e corpos gerentes desta Universidade Sénior.
Escrito por
Aline Rocha
Julho de 2012
Ao descer a rua reparei que junto á porta do Pavilhão Polivalente de Odivelas um grupo de senhoras não disfarçavam a sua alegria. Dado que não tinha conhecimento de nenhum evento, perguntei o que se ia ali passar. Com um sorriso lindo e um olhar doce, assim me respondeu uma senhora, entregando-me ao mesmo tempo um papel. Está tudo ai no programa e fica desde já convidado a assistir.
Fiquei então a saber que se tratava da Festa de Encerramento do Ano lectivo da Universidade Sénior de Odivelas.Depois de ler o que constava o programa, parei um pouco para pensar se devia ficar ou ir embora.
Lembrei-me da minha mãe. Eu daria tudo para vê-la partilhar o seu generoso sorriso com aquelas senhoras, mas infelizmente não é possível.
Optei por ficar e sentei-me na última fila. A sala que estava quase composta, não demorou muito a que todos os lugares fossem ocupados e até havia pessoas de pé encostadas à parede. Isto promete, pensei:!
Pouco passava das 15 horas quando um elemento da Direcção, (informou-me a minha companheira da cadeira ao lado), subiu ao palco para os cumprimentos e agradecimentos habituais.
A seguir para proceder a abertura daquilo que seria o espectáculo, uma aluna muito sorridente e bem-disposta, anunciava a entrada dos vinte e cinco alunos do Grupo Coral da Universidade, da disciplina de Musica.
Gostei do que vi e ouvi. A maestrina, uma bonita jovem fez questão de dizer que prestavam uma homenagem à música portuguesa e simultaneamente ao sempre lembrado Zeca Afonso.
Alguns dos temas foram acompanhados com o cavaquinho tocado por três alunas e um adufe por um aluno.
Acabaram a actuação com o público a aplaudir de pé.
Seguiu-se uma demonstração da Aula de Defesa Pessoal. Impecável. Aqui se viu que a idade não lhes mete medo.
Mal terminaram, o palco encheu - se de alunos que frequentam a disciplina de Movimento Expressivo e Dramatização, mostrando que"Sonhar não tem Idade."
Achei que todos estiveram lindamente no palco. Pequenas representações bem conseguidas, muito alegres, muito coloridas como as Odaliscas, as Carvoeiras, o Bailinho Sénior, ainda um momento musical muito terno - Recordar é Viver, outro contendo uma mensagem bem interessante e bem actual - Saúde do País.
Tambem gostei muito do Fado, bela voz, só foi pena a ausência da guitarra e da viola.
Admirei a cantora lírica. Vê-se que é o estilo de música que gosta de interpretar.
A Homenagem Intergeracional ,com a integração de jovens alunos que deviam de ter uns quinze anos, e frequentam a mesma Universidade.
Bonito o exemplo que nos ofereceram. Não menos bela foi a canção que cantaram - Música no Coração, mostrando que é possível juntar idades para fazer o que se queira.
Aproximava-se o final.
Tinham terminado as apresentações. Todos voltaram ao palco para receberem os merecidos aplausos pelo trabalho que fizeram durante o ano lectivo, pela alegria que demonstraram, sensibilizando todos os que estavam a assistir, como foi o meu caso.
Eu seguia atentamente o programa que tinha nas minhas mãos. Faltava apenas a entrega dos diplomas a todos os alunos, com a presença das Senhoras Directora da Universidade, e Presidente da Camara de Odivelas, e fazer as respectivas fotos, porque certamente este momento é sempre único, embora se repita todos os anos, como me dizia a senhora que estava sentada ao meu lado.
Seguia-se o beberete, mas como a festa lhes pertencia, discretamente saí, e no meu percurso até a casa dei comigo a pensar:.
Linda e bela lição que eu tirei desta três horas em que estive ali sentado, a ouvir e a ver, pessoas que se dizem da terceira idade, mas que escolheram envelhecer com qualidade.
Eu diverti-me, eu ri e em muitas ocasiões também me emocionei.
Só envelhece quem não convive, foi esta a minha conclusão final.
Espero quando chegar à idade destas lindas pessoas, possa também eu presentear os outros, tal como hoje fui presenteado.
Bem hajam a todos os alunos, professores e corpos gerentes desta Universidade Sénior.
Escrito por
Aline Rocha
Julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Aqui fica mais um pequeno trabalho meu.
Há muito que não pintava e apeteceu-me,para quebrar um pouco a rotina da escrita.
Há muito que não pintava e apeteceu-me,para quebrar um pouco a rotina da escrita.
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